Na reunião da Frente Parlamentar Evangélica no Plenário III da Câmara dos Deputados, marcada pelo presidente da FPE, deputado João Campos (PSDB/GO), discutiu estratégias de ação contra a união estável entre pessoas do mesmo sexo estranhamente aprovada pelo STF na quinta-feira (5).
Os deputados Ronaldo Fonseca e Marco Feliciano defenderam o plebiscito na tentativa de em caso de um ``não da sociedade`` ao casamento entre homossexuais, desqualificar a atitude do Supremo Tribunal Federal.
A criação de um grupo de trabalho formado por juristas para ver brechas na legislação que fundamente um manifesto contra a aprovação da união homoafetiva de parceiros homossexuais, matéria que caberia ao Legislativo, decidida arbitrariamente pelo Supremo, foi proposta pelo deputado Zequinha Marinho (PSC/PA): ``O STF ignorou a Constituição Federal que autoriza o casamento apenas entre um homem e uma mulher``, observa o parlamentar. Uma audiência pública para discutir a questão e a realização de uma marcha para Jesus em defesa da família foram ações defendidas pelo deputado Henrique Afonso (PV/AC). O deputado Lourival Mendes (PTdoB/MA) saiu em defesa do plebiscito, por entender que a sociedade é capaz de desqualificar atitudes do SToF, quando julgada e aprovada à margem da Constituição Federal.
O Supremo Tribunal Federal (STF), que colocou o Brasil entre os países que já decidiram sobre essa questão, aprovou com 10 votos dos onze ministros do Supremo, a união estável entre pessoas do mesmo sexo, dando a elas os mesmos direitos dados aos heteressexuais, rasgando a Constituição Brasileira.
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